segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
POLÍTICOS, QUANDO CANDIDATOS, MENTEM?
Em um Fórum das Pastorais Sociais da Diocese de Campo Limpo, São Paulo - SP., no CDHEP - Centro de Direitos Humanos e Ensino Popular de Campo Limpo, nos debates sobre o comportamento dos políticos, candidatos a cargos eletivos, afirmei que os Senhores candidatos não mentem. Simplesmente omitem algumas verdades. O silêncio foi quase absoluto. Até que alguém o quebrou: "Não entendi".
Continuei: Explico.
Os candidatos adversários e os partidos serviçais, alugados para falar o que os que deveriam fazer não o fazem, macular as candidaturas indesejadas, conseguem, não se sabe como, revelar as mazelas dos outros candidatos que, em contra partida revelam as suas. Contudo, o povo não acredita. E os reelegem seguidamente.
O que temos?
Casas Legislativas ocupadas por representantes que beiram a indignidade de exercer qualquer representação. Veja-se a podridão que foi os anões do orçamento, os aloprados do PT, os mensaleiros da base do Governo Federal, os mensaleiros de Brasilia, e tantos outros exemplos dignos de citação.
Digo isto para me referir à notícia que li hoje no Sitio "folha.uol.com.br", cujo conteúdo trata dos 24 (vinte e quatro) Vereadores que respondem a processo e correm o risco de perderem seus respectivos mandatos.
É extremamente preocupante, pois, dos 55 (cinquenta e cinco) Vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, 43,6% podem perder a representação popular.
Detalhe, dos 24 nomes no mínimo 15 tive o cuidado de citar, na oportunidade; pois, já eram alvo de denúncias de algum tipo de atos suspeitos. Ao que parece, quase a totalidade dos 24 nomes foi reeleita.
Diante de tantas evidências, ouso repetir:
Políticos candidatos a cargos eletivos não mentem ou, se assim o quiserem, omitem verdades. O eleitor é que ignora as denúncias feitas e, sabe-se lá por que, persistem no GRAVE ERRO DE ESCOLHER pessoas erradas para representá-los.
Pensemos nas escolhas corretas em 2010.
Abraços!
Manoel Humberto Luis Moreira
Advogado.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010 ECUMÊNICA
O tema é por demais delicado: "Vocês não podem servir a DEUS e ao dinheiro"(Mt.6,24).
Sabemos que muitos cristãos, em nome de seus projetos pessoais, servem fielmente ao Dinheiro, quero dizer ao sistema capitalista.
Esses muitos, cristãos, colocam em segundo plano Valores que deveriam permanecer sempre em primeiro. Nessa linha de pensamento e ações, a Família, a Comunidade onde reside, são meros detalhes. O que lhes importa mesmo são as conquistas profissionais. A ascenção na carreira, os elogios dos superiores hierarquicos, etc.
Ao final, são recompensados com a solidão, com o afastamento das pessoas que realmente os amam e se tornam infelizes.
Certamente a opção por servir mais a DEUS lhes traria melhor conforto e FELICIDADE.
Por isto, devemos ter a SOBRIEDADE em servir a DEUS primeiramente e por consequencia das necessidades de meios para suprir a sobrevivência, não sermos serviçais do Dinheiro, mas, sim, atrvés do nosso trabalho sério, ético e legal sermos recompensados com o suficiente para vivermos com dignidade e descencia.
Desprezemos, portanto, a ganância de querer termos sempre mais.
É exatamente em nome da devastadora síndrmoe de ser o maior que as, já, grandes empresas nacionais e multi nacionais "compram-se", "vendem-se", "fundem-se" umas às outras, para se dizerem MAIORES. E neste rastro veem as centenas de milhares de demissões.
No rastro do desemprego e da falta de oportunidades, origina-se a violência e abre-se espaço parra que o flagelo das drogas seja inserido no seio da sociedade.
Vem, assim, o saudosismo de uma antiga propaganda da então Distribuidora de Derivados de Petróleo, Atlantic, que usava o ex-jogador de futebol Roberto Rivelino para afirmar: "Quem não é o maior tem que ser o melhor."
Decorre desse raciocínio a questão: Por que os "CEOs" substituiram este pensamento da opção da qualidade pelo da quantidade?
Fica, ainda, uma pergunta: Se o ser MELHOR sobrepujasse o ser MAIOR, estaríamos diante da opção coerente com a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010?
Pensemos no futuro das PESSOAS HUMANAS. As PESSOAS JURÍDICAS jamais podem sobrepujá-las. Se assim pensarmos, poderemos estar mais próximos do servir ao Dinheiro do que do servir a DEUS. E não esqueçamos, como FILHOS DE DEUS, DEVEMOS, SEMPRE, SERVI-LO MAIS, ATÉ POR AMOR A NÓS MESMOS.
Abraços.
MANOEL HUMBERTO LUIS MOREIRA
Advogado.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
CARNAVAL 2010
Sei que muitos políticos brasileiros comemoraram, politicamente claro, a decisão do Judiciário ao determinar a prisão do Sr. Arruda.
Ainda é possível que algumas milhares de pessoas se lembrem do real motivo que o levou à prisão. Prioritariamente em consequencia do flagrante do recebimento de dinheiro em situação mais que suspeita, assim como também dos demais componentes do grupo - quadrilha? - recebendo dinheiro e colocando em sacolas, meias, bolsos de paletós, dentro de calças, sei lá onde mais. Claro, exagerei um pouco? Se o fiz, desculpem-me.
Saibam, o que milhões não se lembram, porém, muitos políticos comemoram este esquescimento é do também "Mensalão do PT" onde pessoas transportavam dinheiro até nascuecas.
O que aconteceu com os políticos na época? Quantos detentores de mandatos foram presos?
Contrariamente, vários até foram reeleitos. Que me lembre, para não trair a tradição do esquescimento do brasileiro, só em São Paulo, tivemos as reeleições de João Paulo, José Jenuino, Valdemar da Costa Neto e mais alguns que não me vêm à mente no momento. Certamente em outros Estados também houve reeleição de envolvidos. Em medida estritamente eleitoreira, caçaram os mandatos de José Dirceu, de São Paulo, e de Roberto Jefferson, do Rio de Janeiro.
Grandes punições!
José Dirceu continuou nos bastidores do Poder Nacional e do PT. Roberto Jefferson, além de influenciar decisivamente na eleição de uma filha e, ao que parece, de um filho, Deputados no Rio de Janeiro, mantem-se à frente das decisões do seu Partido, o PTB, que, aliás, faz parte da base governista.
Lembremos, ainda, que o Roberto Jefferson falou da Tribuna que avisara ao Presidente Lula sobre o Mensalão. E disse que falara para o "Zé" (José Dirceu) se afastar pois iria sobrar para o Presidente.
Não estou a inventar absolutamente nada. Apenas relato o que li, ouvi e vi na imprensa Nacional.
É por essas que devemos manter nossas mentes alertas.
O Arruda passa o Carnaval 2010 na cadeia.
Quem deveria ter passado o Carnaval 2008 e, ou, 2009 na Cadeia?
E os "Aloprados" do Dossiê do PT?
Este artigo não é partidário, mas sim, de sentimento da necessidade de ética na política.
O Carnaval de 2010 tem a ver com a política por tudo que se vê nas localidades das festa de Momo: Serra em REcife, Salvador, etc.; Dilma em Salvador, Rio de Janeiro, etc.; os "líderes regionais" como verdaderios babões ao lado dos futuros candidatos majoritários.
Eles estão de volta. Diga NÃO e procure alternativas melhores. Elas existirão.
Bom Carnaval 2010. Quero dizer, Bom voto 2010!
São Paulo, 16 de Fevereiro de 2010.
Manoel Humberto Luis Moreira
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
MINHA VISÃO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2010 PARA CIRO GOMES
MINHA VISÃO SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2010 PARA CIRO GOMES
No mes de Março de 2009, escrevi neste espaço, um artigo sobre o nosso Político, Ciro Gomes. Questionei sua trajetória política, por saber que em um ponto é coerente e, ao que parece, fiel. É quanto aos seus laços de amizade com o, também noso, Político, Tasso Jereissate.
O que me intriga nessa trajetória é a atual postura do Ciro Gomes, em se posicionar como o "único candidato que pode bater no PMDB e no PSDB". Essa posição de batedor foi veiculada nos sitios "Folhaonline.com.br", "Esdadao.com.br", "Opovo.com.br", "Diariodonordeste.com.br", "Correiobraziliense.com.br", "Terra.com.br", "Oglobo.com", e mais uns quatro que visitei; além dos jornais, em seus cadernos de política.
Efetivamente, quero estar errado no ponto de vista que desenvolvi sobre o político Ciro Gomes, ou seja: a minha maior decepção política dos últimos anos; quero rever minha posição e reescrever aquele artigo de Março de 2009 e ao final me desculpar pela injustiça que escrevi. Contudo, provavelmente terei este trabalho, talvez por forças das circunstâncias políticas que o futuro nos reserva.
Como sou um amante das questões políticas, apesar do meu anonimato político, porém um brasileiro atento a todos os acontecimentos no Brasil e no mundo, registro minha análise sobre o ano de 2010 e as eleições para Ciro Gomes. Entendo, portanto, que só lhe restará duas alternativas com relação às eleições: ou mantém a candidatura a Presidência da República, ou não se candidata a nenhum cargo eletivo. Por que? Simplesmente porque o eleitor de São Paulo não é tão fácil de ser conquistado por quem não tem histórico de vida política no Estado, e, possivelmente, será difícil até uma eleição para a Câmara Federal, por São Paulo.
Abraços!
Manoel Humberto Luis Moreira
Advogado.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Retorno ao exercício de opinar.
Eis a integra do texto:
"Entendo se difícil opinar sobre um processo sem conhecimento do mesmo. Contudo, despertou curiosidade o fato de o Prefeito do Município do Cedro, Sr. João Viana, haver descredenciado o Hospital Zulmira Cedrim de Aguiar, POR SUSPEITA DE FRAUDE PELA INSTITUIÇÃO CONTRA O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS, e parte da população e vereadores da oposição se posicionarem contra a medida.
É de conhecimento geral o estado de miserabilidade do sistema de saúde pública da União, Estados e Município. Mesmo assim, caso, e especificamente neste caso, a prática de fraude, com faturamento em duplicidade, seja confirmada há que realmente descredenciar a unidade e PREFERENCIALMENTE FAZER COM QUE, ATRAVÉS DE PROCESSO COM DIREITO À AMPLA DEFESA, SEUS AUTORES E CÚMPLICES SEJAM LEVADOS PARA A PRISÃO. Tudo em nome da preservação dos bons costumes e prioritariamente da ÉTICA NA PRÁTICA POLÍTICA E ADMINISTRATIVA."
Manoel Humberto Luis Moreira
(Advogado).
domingo, 17 de maio de 2009
Agradeço a compreensão e atenção.
Abraços.
Manoel Humberto Luis Moreira.
domingo, 3 de maio de 2009
NADA ESTÁ TÃO BOM COMO VENDEM.
No dia 29 próximo passado, participei de palestra no "Forum das Pastorais Sociais", da Região Episcopal I, Diocese Campo Limpo, São Paulo, Capital.
Neste evento foi possível perceber a disposição das pessoas em se lançar em lutas por resgates de dívidas sociais do Estado, nas suas tres pessoas, União, Estadoe e Distrito Federal, e Municípios.
Algumas pessoas perguntaram como lutar contra um Governo que tem mais de 70% de aprovação e que insiste em negar, por exemplo, a aprovação do projeto de lei que derruba a excrescência do Fator Previdenciário que destói o valor das aposentadorias a que o contribuinte tem direito.
Lembrei-me do que aconteceu, pasmem, em pleno Regime Militar, no Brasil. Após lideranças oposicionistas percorrerem o país na pregação da necessidade de o povo não se apequenar e reagir aos mandos e desmandos dos Militares e seus seguidores, nas Eleições de 1974, no auge da repressão imposta aos brasileiros, pelo Regime, figuras do porte de Teotonio Vilela, Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Fernando Lyra, Franco Montoro, Roberto Richa, Marcos Freire, e muitos outros que não têm menos valor por não serem citados, abrigados no então "MDB - Movimento Democrático Brasileiro", conseguiram eleger 18, dos 21 Senadores. Essa foi a prova de que qualquer luta, desde que bem pulverizada, é passível de vitória.
Foi então que falei aos presentes: Estamos entre lideranças da igreja católica, esta é a instituição de melhor e maior credibilidade perante a opinião pública. Vejo na igreja Nela a maior e melhor instituição capacitada para ser veículo de pulverização de qualquer movimento para sensibilizar a população e o Estado. Afinal, o governo - Estado, nas tres pessoas, é igual a feijão, só funciona na panela de pressão. Entendamos que a chama que aquece a panela somos nós, o povo. A panela de pressão pode ser as instituições onde eles gestores públicos estão. E os grãos de feijão são esses gestores públicos e seus auxiliares.
Ousemos nos movimentar e não admitir que altos índices de aprovação significa "barriga cheia". Afinal, milhões de pessoas continuam na miséria.
São Paulo, 03 de Maio de 2009.
Manoel Humberto Luis Moreira